EM MANUTENÇÃO.
Reclamações deverão ser dirigidas ao
SAC
27.6.05
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Churrasco Junino no Arraial Lá de Casa
E chegou a grande data! 25 de Junho, dia do Churrasco Junino pros amigos de todos os tempos.
E começou para mim às 9 horas da manhã. Saí pra levar os cachorros pra tomarem um banho e comprar a churrasqueira. Voltei e esperei o pessoal que iria me ajudar. Foram chegando e meio dia já começaram a chegar os convidados.
Lá pra uma as bandeirinhas foram colocadas e a churrasqueira acesa. E começou a festa.
Deixei tudo ajeitado antes da uma, fiz quentão e vinho quente, ficou tudo bom. Não muito bom, mas bom.
Começou a chegar a galera, a festa começou e eu desencanei e resolvi só curtir. Não fiz nada pra ajeitar nada (também não zoei minha casa, claro!), não recolhi nada, deixei todos à vontade e curti até as 5 horas da manhã, que foi quando o último convidado saiu.
A festa foi uma delícia, depois coloco uma ou duas fotos do arraiá. Depois das 7 da noite, mais ou menos, a festa enlouqueceu. Quer dizer, eu enlouqueci e pra mim toda a festa pareceu louca também. Todo mundo meio bêbado, a música rolando alta, meu mundo girava, as bandeirinhas, o churras, as pessoas... tudo legal! Foi demais!
Farei outros churrascos certamente, no mesmo esquema, cada um leva o que for beber e comer...
Alguns comentários:
- As amigas Sá e Fê deram uma bela ajuda durante a festa, mantendo a ordem, enquanto eu enchia a cara de vinho quente.
- Foi bom ter falado pra galera trazer sua própria cerveja, recolhendo as latinhas, descobri que mais da metade foi esquecida cheia. Se eu tivesse dado a festa, ficaria p da vida com tanto desperdício, porém... quem jogou dinheiro fora foi quem comprou a cerveja e não bebeu. Eu nem bebi cerveja mesmo...
- Nenhum amigo zoou minha casa. Sujaram uma toalha com vinho, mas era de fibra sintética, então não manchou e foi sem querer, coisa que acontece. A única pessoa que quebrou alguma coisa foi meu marido, num momento em que todos já estavam pra lá de Bagdá...
- Admiro quem faz as coisas por pura amizade. Beijos ao Géa, ao Birão, ao Drássio e ao Jorjão, que mandaram muito bem me ajudando a organizar o caos depois da festa. Tá bom, nem tava tão ruim assim... mas se eu fosse arrumar tudo sozinha seria muito pior e mais demorado, a ajuda de vcs foi ótima e inesperada. Valeu, amigos!
- Senti falta de várias pessoas que foram convidadas e não compareceram: Tati, Thiago, Rodrigo, Beraldo, Klein, Rosângela, Katita, Mayene e Alyne, além do pessoal da Federal. Bom, pra vcs eu digo: gostaria que tivessem comparecido, porém vcs é que perderam... foi show!
- Foi excelente rever a galera da facul! Muitos dos amigos que foram na festa eu não chamei pro casório, mas gostaria que continuassem participando da minha vida e conhecessem minha casa, meu maridão e meus dogs. Oportunidade aproveitada! Beijos pro Rafael, Drika, Pedro, Manga e Ricardo.
postado por: Sandra 12:37
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22.6.05
20.6.05
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Continue a nadar, continue a nadar...
Pode parecer uma coisa idiota vindo de mim, uma adulta, mas meu filme predileto do último ano foi Procurando Nemo. É uma animação muito bem feita e revendo o filme no dvd de uma amiga, vimos também os extras que incluem um monte de blá blá blá de quem trabalhou no filme.
Foram necessários 3 anos para ajustar a animação ao que o diretor queria e muito foi gasto de tempo e de saúde pela galera que trabalhou no projeto (fora a grana!)... o resultado valeu a pena e devem estar todos nadando em dinheiro vindo do mundo todo.
Mas nem é por tanto trabalho de animação que eu gosto do filme.
Eu gosto porque o Nemo tem um problema numa das nadadeiras, que é menor, a nadadeira da sorte. E eu me identifico com quem tem problemas físicos, mesmo que o meu não seja aparente. Eu gosto também porque o pai do Nemo, o Marlin, é super mau-humorado, pessimista e desanimado. Por causa de um trauma. Embora, normalmente, meu humor seja muito bom, entendo bem de mau humor (sempre na TPM) e me identifico com ele, também tenho meus traumas.
Mas eu gosto mesmo do filme por causa da Dory. Ela é tão tonta! E tem a pior memória hidropônica que eu já vi. Me identifico com essas duas coisas. E ela tem tanto a ensinar... Na pior situação do mundo, o lema é: "continue a nadar, continue a nadar"... E a verdade é que se desesperar não adianta nada. O negócio é continuar a nadar, a andar, a amar, a tentar, a trabalhar, a viver...
So... just keep swimming, just keep swimming!!...
postado por: Sandra 09:26
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18.6.05
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Hoje a Angel, a minha neta pitbull, foi embora. Meu marido saiu cedo, já arrasado com a perspectiva de voltar e não encontrá-la. Saiu tristão. E eu fiquei, esperando as pessoas que a veriam.
Eles chegaram, um casal muito gente boa. Gostei na hora.
Conversamos por quase uma hora. Foi bom. Falei tudo que eu pensava e gostaria. Confiei. Torço para que a amem muito. Ela gostou deles de cara. Gostou, não, pressentiu. Ficava encostada em seu novo dono. Carinhosa.
Até eles saírem, eu estava bem. Quando foram embora, chorei. Sozinha em casa, chorei escandalosamente, como só se pode chorar sozinha, depois de certa idade. Chorei de soluçar, como não chorava há anos.
Ando deprimida. Foi bom chorar. Fazia tempo que eu não conseguia. Ainda estou triste... Mas foi melhor assim, ela com seu novo dono e eu aqui sem ela, cuidando dos meus outros três cachorros...
Espero com fé que nunca mais tenha que fazer algo assim... dói demais....
postado por: Sandra 11:24
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16.6.05
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Idignação indigna
Levamos na terça feira a Angel para sua suposta nova família. Na quinta passada, ela havia passado boa parte do dia por lá, para que eles a conhecessem. Pedi pro meu marido não deixá-la naquele dia porque como o pai da família não sabia se queria a cachorra, gostaria de ter uma conversa com todos antes de deixá-la.
Meu marido marcou de levá-la na terça pela manhã e nem mencionou conversa alguma. Apenas iríamos levá-la. Fiquei chateada. É um cachorro, um ser vivo, não um objeto. Não é assim que a coisa funciona. Tem que ter uma conversa ampla e com todos da casa, porque adoção não é brincadeira. Mas... não consegui que fosse diferente e não queria brigar ainda mais por isso. Levamos a cachorra e não tivemos conversa nenhuma com seus novos donos. (Segundo meu marido, que é adestrador, ele já tinha falado tudo que tinha que ser dito, coisa que eu não acredito, porque ele sempre vai lá como profissional, mesmo quando levou a cachorra para que a conhecessem, adestrou o rotweiller deles, e o papo de adoção é puramente pessoal.)
Na quarta de manhã, a empregada da casa liga dizendo que o dono da casa não quer mais a cachorra porque ela é muito mansa e não late, portanto não serviria para a finalidade que ele queria (proteger a casa e a família). Me pergunto se ele esperava uma pitbull assassina para conviver com sua esposa e com seu filho de 11 anos. Pitbull não precisa ser bravo. Já tem a fama, ninguém se aproxima, e tem um olhar realmente intimidador.
Fomos buscá-la e eu estava muito brava mesmo. Isso não é coisa que se faça. Queria falar exatamente isso para aquelas pessoas. Meu marido me pediu que não dissesse nada. Fomos buscá-la e nem oi eu falei. Dei meu sorriso mais triste como um oi e fiquei com a cara fechada o resto do tempo, inclusive quando a mulher se desculpou pelo transtorno causado. Mas tava na cara que ela nem imaginava o transtorno causado. Pra cachorra e pra gente. É tudo muito doloroso. E, embora eu queira muito doá-la, não estou doando pra qualquer um, assim, como se fosse uma coisa. Não estou com pressa, mas tenho necessidade, são coisas muito diferentes.
A impressão que tive, é que meu marido meio que empurrou a cachorra, meio que convenceu as pessoas. Fiquei triste. Não gostei.
Ainda estou um tanto quanto doente e essas coisas só me fazem sentir pior. Deprimo. E a mulher ainda disse que a cachorra chorou a noite toda... Fiquei mais chateada, porque ela não é filhotinha... tem um ano e meio.
Ao mesmo tempo, me culpo, porque se eu sabia que assim não daria certo, porque deixei acontecer? Por que não tive a briga que tinha que ter, com o custo que tivesse, pra ter uma conversa em que talvez a cachorra nem ficasse por lá depois? É uma linha muito tênue a que separa a anulação dos pressentimentos e opiniões da manutenção da harmonia de um lar. Estou me sentindo anulada. E estou me anulando pra manter a harmonia. Isso não está certo. E eu não sou assim, depois explodo. É pior.
Passada a lua-de-mel, vem tudo que tem de ser ajustado. E eu estou cansando de ceder sempre...
postado por: Sandra 13:04
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13.6.05
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Ontem foi meu primeiro dia dos namorados casada. Ficamos em casa vendo filmes a madrugada toda de sábado pra domingo. Não nos demos presentes: ainda estamos pagando a cama e os armários, a grana tá curta. O que nos demos foi muito mais sutil: companhia, amor, carinho, o simples prazer de ficarmos juntos abraçados, rindo, curtindo um ao outro até o amanhecer.
Valeu! Mas ano que vem, ele já sabe, quero um passeio de helicóptero de dia dos namorados! Huahuahuahua... Ele que se vire pra me dar, vai ter que trabalhar pra cachorro!!! Rs...
Este link do Dia dos Namorados é bem legal. Especialmente pra quem não namora... (eita dor de cotovelo, hein?)
postado por: Sandra 09:41
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10.6.05
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Demorei, mas voltei! A maratona de obras passou, voltei na quarta do Rio, mas só hoje estou com qualquer coisa na cabeça para escrever...
 Ei, alguém aí ouviu o Lula dizendo que em toda vida (seus quase 60 anos) nunca tinha sofrido tanto quanto no 1º tempo do jogo de quarta, Brasil X Argentina (um nabo doííííído!)? Fiquei triste de ouvi-lo falar isso. Lembrei do colégio, quando estudamos sobre a política do pão e circo. Me senti uma verdadeira palhaça, só que sem nenhuma graça.
Angel, oh, Angel... I love you...
Finalmente encontramos um lar para a outra pitika, a Angel (vulgo Vaquinha). Fiquei feliz e muito triste. Feliz por ela e triste por mim. Ela tem o temperamento muito parecido com o da mãe, a minha Lana, porém é mais atenta e brincalhona. E, desde que ela nasceu, eu a quis para mim. Foi a última da ninhada a nascer e sua marcação, visível desde o nascimento, fez com que a chamássemos de Vaquinha. Mas como é um nome horrível pruma cachorrinha tão linda, registramos e passamos a chamá-la de Angel, mas ela tb atende por Vaquinha... Impossível descrever o quanto dói. Mesmo sabendo da necessidade, mesmo sabendo que é o melhor pra ela, mesmo sabendo que ela terá uma vida melhor, que vai morar num lugar legal, com gente que pode cuidar dela ainda melhor do que eu, gente rica, com um monte de empregados, e tudo o mais... mesmo assim, mesmo sabendo de tudo, dói demais. Deprime.
O Rio de Janeiro continua LINDO!...
Pela primeira vez em 7 meses de viagens mensais para o Rio fui enganada por um taxista. Saí do Aeroporto Santos Dumont e peguei um táxi. Era segunda cedo e eu estava com sono. O taxista não zerou o taxímetro. Eu não reparei. Passados alguns minutos, olhei o taxímetro e estava muito acima do que deveria estar pelo tanto que rodamos. A corrida deu uns R$15 mais cara que o normal. Como eu não tinha o que fazer, avisei pro cara que a corrida deu mais cara do que deveria, mas não discuti, como provar? Paguei por meu sono, por não ter desconfiado, não ter olhado... ok, ok... Tinha baixado a guarda achando que comigo não aconteceria, agora voltei a ficar esperta, pra não ser NOVAMENTE passada pra trás... Pode? Aqui, pode!
EXTRA! EXTRA! A última Sandrice do dia!(eu acho)
Acabei de ler uma reportagem na Marie Claire sobre a mentira. O título da reportagem já mostra o conteúdo: "Mentir é preciso". Li, entendi, até concordei. Putz, mas eu realmente não gosto de mentir e não gosto de mentiras. Fico desconfortável com elas. Suas pernas curtas são esquisitas, mesmo as 'inhas' são feiosas, decididamente não fazem o meu tipo...
postado por: Sandra 11:00
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1.6.05
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Hoje quero postar minha revolta, mas antes... (e calmamente!) gostaria de agradecer aos novos amigos virtuais que deixam aqui seus comentários. Sendo muito, muito honesta (até demais, dirão alguns), não tive tempo pra ficar na net e no tempo que tive visitei os blogs já conhecidos e imperdíveis... Mas no final desta semana ou semana que vem, estou redigindo um zilhão de relatórios, daí poderei dar uma olhada nestes blogs desconhecidos pra mim de gente que me escreveu coisas legais. Paciência, amigos. Não passaram desapercebidos a meus olhos, ok? Obrigada pelos comentários e apareçam sempre que quiserem... sempre serão bem vindos.
Agora, passemos à grande revolta que me domina...
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Revolta
Primeiro a revolta está fora de mim. Circula entre denominações e ações, entre teoria e prática. A democracia aqui confunde-se com burocracia. E é lenta... ah, como é lenta!
Semana passada, antes do feriado, choveu o céu aqui em São Paulo. O entorno da cidade inteira alagou, o prejuízo foi tremendo. Frutas e legumes foram engolidos por aquela água nojenta, repleta de xixi de rato. Não fui à feira. Tive medo de comprar tomate com leptospirose. Sim, porque muita gente vendeu coisas de má qualidade, sabe-lá-deus se não eram frutas previamente alagadas...
Até aí foi um fenômeno natural. A pior chuva dos últimos 30 anos (segundo os jornais televisivos) ou dos últimos 60 anos (segundo a propaganda eleitoral do nosso atual prefeito). Acontece que há 30 ou 60 anos atrás, e esses trinta anos realmente não fazem muita diferença, a cidade estava muito menos impermeável. Hoje, com tanto asfalto, tanto prédio e tanta mentira (mentira, sim, porque toda construção deveria deixar um mínimo de área verde para infiltração de água e, sim, os construtores deixam essa área verde no térreo, só que não serve para infiltração, uma vez que existem sempre n subsolos por baixo...) a cidade não consegue que essa água toda escoe. Na natureza, a maior parte desta água seria infiltrada. Hoje, quase tudo é escoado. Mas, como disse no começo, até aí, tudo bem, coisas da vida.
Quem teve seu carro destruído pela enchente e tem seguro que cobre enchentes, foi até a seguradora, fez BO, enfim, tramitou por toda a burocracia necessária e demorada, mas conseguiu ou conseguirá o seu dinheirinho suado para pagar o conserto do carro que, com certeza, vai fazer muita falta enquanto estiver no mecânico.
Mas quem não tem um seguro que cubra enchentes, deve recorrer à prefeitura, processando-a, uma vez que ela é responsável pela manutenção da cidade.
E estou eu vendo o jornal televisivo, ouvindo estas notícias todas, quando entra em cena um advogado e recomenda que as pessoas nem entrem com o processo contra a prefeitura, porque é inútil. Demora de 5 a 10 (dias? semanas? meses? não... quanta ingenuidade!) ANOS! Totalmente excelente! Recomenda também que quem entrar com ação contra a prefeitura guarde tudo: fotos do local em que o carro foi alagado, fotos do carro alagado, b.o., orçamentos para o conserto e nota do mecânico que consertou o carro, além de jornais que relatem o incidente. Pra, quem sabe, se a justiça achar justo, daqui a 10 anos, receber uma remuneração com certeza mal ajustada por um prejuízo que terá ocorrido há dez anos. Pode? Aqui, pode!
Depois lembrei de uma outra coisa que vi num jornal: carros e mais carros virando sucata nos depósitos da prefeitura, porque só podem ser leiloados quando os processos estiverem terminados... 5 anos? 10 anos? 20 anos? Um carro com 1 ano que seja tomado pela justiça hoje, será velho quando for leiloado... quanto desperdício!!! E tanta gente precisando de assistência e esse maldito dinheiro empatado na mão da nossa excelente justiça.
Pra que reforma no judiciário? Não precisa... Ai, meu Deus! Como não? Precisa, sim, precisa urgente, precisamos de mens burocracia, mais ação, menos medo, menos corrupção, menos rabos presos... que corja!
Como diria a querida Palpiteira, que você pode linkar lá em cima, a esquerda, precisamos de um herói com pulso firme e com vontade de trabalhar para o povo...
É, querida, acho que um herói não vai bastar, precisamos chamar logo toda a Liga da Justiça!!!
E eu ia falar sobre as minhas revoltas pessoais também... mas fiquei tão revoltada escrevendo que vou deixar eu mesma pra outro dia...
postado por: Sandra 18:26
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