EM MANUTENÇÃO.
Reclamações deverão ser dirigidas ao
SAC
24.2.05
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O lobo mau
Minha irmã devia ter uns 3 ou 4 anos. Idade em que ela começava a entender muito bem todos os contos de fadas e a repetir as histórias.
Estávamos fazendo uma daquelas viagens de família no verão. Na minha família tradicionalmente, janeiro era o mês de fazer uma viagem. Não tínhamos casa na praia, nem sítio no interior. O barato era conhecer o Brasil em viagens de carro. A família toda. Meus pais, meu irmão, eu e minha irmã, algumas vezes com minha avó também. Escolhíamos o destino (meus pais escolhiam, na realidade) e íamos de carro, calculando quando faríamos as paradas conforme a estrada ia passando. Bem legal.
Nesta viagem íamos para o Pantanal. No caminho, logo no começo da ida, paramos para almoçar numa dessas lanchonetes de beira de estrada. Fizemos os pedidos e, enquanto aguardávamos, entrou na lanchonete um andarilho com sua sacola. Eu os denomino marrom do bairro, porque parece que todos os andarilhos ficam um dia no mesmo tom de marrom. Imediatamente, minha irmã vira-se para a porta da lanchonete aponta para o andarilho e fala bem alto, como somente as crianças de 3 ou 4 anos sabem falar:
- Ói ele.... - e ela pronunciou o eeeeeeeeleeeeeeee bem longo, de olhos arregalados.
- Que foi, Nina? - perguntei, já baixando o dedinho apontado.
- O lobo mau! - ela respondeu com um sorrisão por estar encontrando um personagem da sua história predileta da época.
As poucas pessoas que estavam na lanchonete deram risada e eu prefiro acreditar que o cara não ouviu ou não entendeu, porque ele não expressou reação. A gente bem que tentou convencê-la depois de que aquele não era o lobo mau... mas ela não se deixou enganar... ;-)
postado por: Sandra 09:29
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22.2.05
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Preparando o casamento...
Legal a idéia de casar. Legal ter minha casa, minhas coisas, em especial, meu espaço. Legal a idéia de dormir sempre de conchinha. Meu amorzão sempre ao meu lado, emanando aquele calor que só ele tem.
Já escolhi o vestido (e, por mais surreal que isso pareça, até mesmo para mim, vou casar de noiva mesmo, vestidão e pãns, aquela coisa toda...), o salão, as coisas da festa. Metade da casa já está comprada chegando aos poucos. O chá bar está sendo organizado pelas minhas amigas e vai ser uma zoeira boa... enfim... as coisas estão começando a acontecer de verdade. E eu estou curtindo bastante.
A única dificuldade que é meio louca mesmo é a de como lidar com as expectativas dos outros. E o primeiro e maior problema é a expectativa da mãe da noiva. Parece que é ela quem está casando. E é bem difícil lidar com uma projeção deste naipe. Eu e o meu amor estamos bem, curtindo nossas coisinhas, nossa casinha e... nossas dívidas! Tão legal, né? Ontem, eu era uma pessoa livre e desimpedida, noiva sim, mas sem expectativas de casar. Agora, eu sou uma mocinha casadoira e além de praticamente falida estou tendo de fazer mil concessões pra não arrumar uma enorme briga com a minha mãe. Pode? Claro que pode! Dizem que acontece com todo mundo... com todo mundo, eu não sei, mas comigo está acontecendo.
A primeira treta aconteceu quando eu disse que gostaria de casar de dia. "Como de dia? Não é fino casar de dia!" Ok, ok, entendo. Não é fino. Acontece que eu prefiro e os motivos são diversos. Fui numa festa de casamento no final do ano passado que foi demais. Foi a festa mais bonita que eu vi na minha vida até este momento. Aquela festa foi muito fina. Muito fina mesmo de verdade, sem sombra de dúvidas. Cerimônia religiosa no mosteiro de São Bento e recepção na Estação Júlio Prestes. Isso é fino. Os casamentos meia boca que a gente assiste por aí, casamentos de classe mérdia são bonitos e tal e coisa, mas não chegam a ser nem um décimo de finos. E se eu não tenho cacife para concorrer em finura, que eu faça do meu gosto, pelo menos... Além disso, alguns dos meus amigos não tem carro. É, sim, alguns dos meus amigos não tem carro nem grana pra táxi e moram depois de onde Judas perdeu as botas. Eu prefiro ter meus amigos presentes do que ser fina. Acho mais educado.
Outra treta, anterior e ainda comentada, é o fato de eu não querer nenhum tipo de casamento religioso. Tá legal, é bonito. Tem um lance tradicional e tal e coisa. Só que eu não gosto. Não acho tão profundamente bonito assim. Não me comove e geralmente me cansa bastante assistir a um casamento na igreja. Este é um ponto. O segundo e principal ponto é que eu não tenho nenhuma religião. Acredito em muitas coisas de muitas religiões, mas em nenhuma eu tenho fé. Eu tenho fé em idéias que me parecem lógicas, na minha exclusiva visão do mundo. E na minha fé exclusivíssima, nenhuma benção pode ser mais necessária a uma união do que o amor. E fazer uma cerimônia só pelo teatro, só porque é bonito e as pessoas gostam não tem a minha cara. Fora que eu não quero que as pessoas tenham de ouvir uma pá de blá-blá-blá porque eu vou me casar.
A lista de convidados estava até há pouco sendo um terror. Quem nunca foi numa festa que foi mal servida ou que não tinha lugar pra sentar? Eu fui em várias, e não gostaria que a minha festa fosse assim. Minha lista de amigos foi ficando cada vez mais reduzida. A família já é enorme e sou obrigada a chamar pessoas que eu mal me lembro. E, como estou ganhando a festa, fico sem poder falar nada. Virou um briga de família daquelas bem cabeludas, tipo "Você chamou todo mundo da família do seu pai e nenhum dos meus primos. Estes amigos super ultra íntimos (que ninguém vê há uns 5 anos) eu não posso deixar de chamar! Eles foram no meu casamento!" Então, chama... Só pede pra eles chegarem cedo se quiserem pegar lugar... que m...
Na decoração da casa, estou tendo de dizer muitos nãos. A coisa foi chegando num ponto que minha mãe me perguntou se eu precisava ir junto para ela escolher as cortinas da minha casa. E ela realmente achava que eu não precisava estar lá. Quando eu respondi que eu precisava estar junto porque as cortinas deveriam ser do meu gosto, ela ficou um pouco ofendida. Fez cara de quem não entendeu direito o que eu quis dizer... vê se pode?
Bom, mas seja lá o que for acontecer, o chá bar será em breve e o casamento na sequência. O chá bar está tirando da mente doente das pessoas amigas as piores prendas já imaginadas pela humanidade. Eu e o meu amor vamos pagar o maior mico do ano e sorrindo. Minhas amigas são uns amores, mas quando se fala em zoeira a mente delas é perversamente criativa. Os amigos do meu amor conseguem ser um zilhão de vezes piores... hehehe... eu estou preparada e esperando...
Agora que eu já cheguei até aqui, tô pagando (e, caramba, como é caro!) pra ver!...
Gozado que com todos os poréns é a coisa mais legal que eu já fiz na minha vida e eu estou super feliz que esteja acontecendo... No meio de toda essa correria e de tanta dificuldade sinto um prazer imenso só de pensar na vida com meu amor. E ver ela começando a acontecer de verdade é uma grande realização... e, sim, mesmo reclamando um montão, eu estou feliz!
postado por: Sandra 17:06
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21.2.05
16.2.05
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Meu bebê
Não, eu não tenho filhos. Meu bebê tem quase dezenove anos. Nasceu quando eu tinha sete e foi uma grande mudança na minha vida.
E é muito difícil cortar o cordão que nos liga e deixá-la voar livre para o mundo.
A primeira mudança foi a dos quartos. Foi bom, pra mim e pra ela. Mas até hoje eu não me acostumei com isso. Gostava de tê-la ao meu lado à noite, da certeza da sua companhia.
A segunda foi na rua da minha casa. Meu bebê beijava um carinha. Quase surtei na hora que vi. Fiz como aqueles pais retrógrados que mandam a criança ir pra casa. Que tolice! Mas foi um choque tremendo. Nunca achei que ela ia crescer. Era o meu bebê e será meu bebê sempre. E beijava um garoto! Como podia?...
A terceira está sendo agora. Mudança dolorosa. Mudança de cidade e de estilo de vida. Aprendeu a beber. Vomitou pela primeira vez, e estava sem mim. Aprendeu a dirigir. Sai sozinha à noite guiando seu possante pelas ruas sem fim. E eu nunca sei onde ela está. Nem quando vai voltar.
A sala de casa fica meio vazia durante as noites. As reuniões para ver a novela não tem o mesmo sabor. Mesmo quando ela virava de costas pra todos e se desinteressava do mundo, eu sabia que ela estava ali. E era uma presença suave.
Sinto saudades. Principalmente de quando ela era um bebê de verdade e eu podia segurá-la em meus braços. Quando eu a colocava no colo e ninava. Sinto saudades de quando eu queria sair na rua e minha mãe me mandava levá-la comigo. Na época, eu achava um saco. Agora, se eu pudesse, voltava no tempo só para ficar mais um pouquinho com ela. Sinto saudades das nossas idas pra escola, de mãos dadas. Sinto saudades de fazer terrorismo com ela dizendo que ela era adotada ou que era minha filha e não da mãe e essa é uma saudade maldosa que eu nem devia sentir.
Ela foi a melhor criança que eu já conheci. Boazinha, sabe? Criança fácil de levar. Desde sempre eu descobria todos os segredos da casa subornando-a com um doce... que maldade!...
Sinto saudades de quando ela me admirava e queria crescer para ser como eu. Já crescida, ela é muito melhor. Mais forte, mais consistente. A cabeça mais no lugar. Ah, meu bebê... sempre lhe disse que você era parecida comigo, mas melhorada. Tudo que eu tenho de bom, vc tem ainda melhor.
Minha pequena taurina teimosa. Mimadinha e charmosa. Sinto muito a sua falta...
Hoje, quem admira a outra sou eu. Admiro sua força, sua garra, sua coragem. Admiro sua capacidade de crescer sozinha, tão longe de mim, taõ longe de casa. Admiro muito esse seu jeitinho que conquista todo mundo.
Meu amor por você é enorme e está além da relação de sangue que nos une. Tenho certeza que se não tivéssemos esta ligação, ainda assim eu a admiraria... agora a recíproca, sei não...
Fica triste não, meu bebê... Aproveita a vida porque ela está acontecendo hoje. E as coisas que vc está vivendo por aí são únicas e te ensinam a ser uma pessoa melhor. E aqui eu estou. E daqui não sairei. Estaremos sempre juntas porque vc mora em mim tanto quanto eu moro em você.
Te amo!
"Oh, Nina, és fina... "
postado por: Sandra 20:19
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15.2.05
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Mais do mesmo...
Remédios Varo (1908 - 1963)
Nascida na Espanha, passou a infância viajando com os pais, a princípio fugindo da guerra civil. Instalaram-se na França, onde casou-se pela primeira vez. Após separar-se, casou-se novamente e mudou-se para o México fugindo da Segunda Guerra Mundial. Separou-se do segundo marido no México, onde viveu sozinha por alguns anos, sustentando-se, o que era bastante incomum na sua época. Viveu de diversos trabalhos, inclusive da sua arte. Foi uma mulher forte e solitária, batalhando muito neste período. Apenas depois do terceiro casamento, Remédios conseguiu a estabilidade necessária para uma produção mais consistente.
O quadro acima chama-se tecendo o mundo. O quadro do post anterior é a despedida.
Escrevi esta biografia não necessariamente exata que é um resumo do que me lembro de ter lido sobre esta mulher incrível. Quem se interessar e quiser saber mais sobre ela pode clicar no nome dela no post abaixo (link para o cyberartes) ou procurar em alguma ferramenta de busca.
Estou apaixonada! E, como toda paixão, esta vem forte e intensa. Não consigo pensar em nada mais importante para postar neste exato momento...
postado por: Sandra 14:46
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14.2.05
11.2.05
10.2.05
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Ontem fomos ao cartório marcar o casório.
Documentos, dinheiro, testemunhas com RG, tudo pronto.
Nomes e endereços fornecidos, a moça digitando milhões de coisas. Até aí, tudo bem.
Ela mandou a gente no caixa para pagar e voltar lá para pegar a confirmação do casamento marcado.
Na ida ao caixa, minhas mãos começaram a suar frio. Meu estômago embrulhou e me deu uma pontada de dor de barriga. Tentei me controlar, em vão. Minhas pernas perderam a força e eu agarrei meu noivo para me apoiar. Fiquei com medo de passar mal, sei lá, desmaiar, não sei... Nunca imaginei que isso pudesse acontecer comigo. Fiz milhões de piadinhas de puro nervosismo. Passei o resto do dia com um nó na garganta e um aperto no peito.
Não é que eu não esteja feliz por estar com o casamento marcado, porque estou. Não é que tenha ocorrido algo além do que eu já esperava. É só porque agora é sério mesmo. Tá marcado e o casamento passou do status de coisa sonhada pra realidade próxima. E dá um medo...
Parece que estou vivendo numa realidade paralela em que parte de mim está preparada para casar e a outra parte fugiu para a Terra do Nunca. Ontem, quando me deparei comigo ali, inteira, marcando o casamento, a realidade desta decisão me assolou de tal maneira que até agora um bolo está formado na minha garganta. Acordei achando que tinha passado. No primeiro pensamento sobre o assunto toda a sensação voltou.
Eu vou casar. É, eu vou casar. Eu vou casar e tenho data marcada. Eu vou casar e vou morar na casinha que estou arrumando, com um grande quintal para os meus bichinhos. É, eu vou casar em março. É, eu vou casar. É, eu vou casar em um mês. É... eu vou casar!
Calma... não estou louca! Estou tentando me acostumar melhor com a idéia. É difícil. Nunca achei que eu realmente fosse casar. Mas eu vou casar. E vou mesmo... ai, meu Deus, que é que eu estou fazendo???
postado por: Sandra 08:53
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8.2.05
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Meio sumida, andei por aí e por aqui. Na verdade, sonhando acordada.
Sábado, limpeza da casa nova. Minha mãe, minha sogra, a ajudante da minha mãe, a ajudante da minha sogra. Na briga pela vassoura, arranquei os matos do quintal. Um big big quintal. E assim passou-se a manhã e parte da tarde de sábado.
Depois as ajudantes unidas foram lavar o quintal. O susto: duas profissionais da limpeza levaram mais de uma hora e meia lavando o quintal. Decididamente tem que haver algum tipo de vantagem em estar casando com um adestrador. Ninguém merece lavar bosta de cachorro do quintal inteiro todos os dias...
Nos demais dias além de muito trabalho, muitas coisas na casa para ajeitar. Já tem porta papel higiênico, e o porta pano de prato não está mais caído. Tem espelho no banheiro e um assento bem fofinho pra gente poder obrar com conforto...
E toda casa precisa de vida para viver. Temos uma mini roseira, com uma rosinha que se abriu já na casa. Uma samambaia e uma peperônia (acho que é esse o nome...) bebês, de folhas pequenas, mas com espaço para crescerem até o chão. Compramos um brinco-de-princesa meio morto (tadinho!!!) pra tentar salvá-lo. E um girassol que começou a murchar e que plantamos na graminha, pra fazer companhia ao xixi e ao cocô dos cachorros e pra tentar provar que cocô de cachorro também pode ser adubo.
Estamos criando o nosso mundinho, sem interferências... Cada pequeno detalhe tem um dedo meu, um toque de quem eu sou, do que eu gosto. Está sendo um trabalho danado...
E está sendo delicioso!...
postado por: Sandra 22:46
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3.2.05
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inUtilidade Pública 1
Estou viajando de São Paulo para o Rio uma vez por mês a trabalho.
Vou deixar para escrever sobre o Rio num outro momento. Hoje, gostaria de escrever sobre as viagens que ando fazendo.
Na primeira vez que fui ao Rio fui de ponte aérea. Delícia, rapidinho, pouca turbulência... tudo ok.
Nas duas últimas vezes que fui foi de busão mesmo.
E daí a utilidade pública. Usei três empresas diferentes em 4 viagens (2 idas e 2 voltas) que fiz. Em todas peguei o mesmo tipo de ônibus, chamado de semi leito ou executivo, dependendo da empresa. Todos ofereciam manta, travesseiro, encosto para os pés, poltrona reclinável e um lanchinho.
Mil e um: peguei um ônibus de dois andares na ida e um simples na volta. O lanchinho é normal, nada demais. A manta tem cheiro de chulé, ou de salgadinho de queijo, mas é grande e quentinha. A viagem foi ótima, o ônibus balança pouco e os motoristas não correram muito.
Itapemirim: fui, desta última vez, num ônibus simples dessa empresa. O lanchinho também não tem nada demais. A manta é cheirosinha, cheiro de lavanderia. Mas é fina e pequena. Fui numa madrugada e passei frio a noite toda. Um monte de gente dormiu horrores, mas eu sentia frio toda vez que me virava e fiquei acordando. O motorista fazia curvas rápido demais e eu quase saía do banco. A viagem não foi muito boa.
Expresso do Sul: voltei com esta empresa, desta última vez. Primeiro ponto positivo: na Mil e Um tinham filas horrorosas para comprar passagem, enquanto que nesta empresa, o guichê estava praticamente vazio. O ônibus veio vazio também. O lanchinho é a mesma coisa. A manta tem o mesmo cheiro e o mesmo tamanho da manta da Mil e Um. E a viagem também foi muito boa, sem surpresas.
Ficam aí minhas observações sobre as viagens para o Rio de Janeiro, que para quem não sabe, continua LINDO!
postado por: Sandra 08:35
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2.2.05
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Piadinha
Dia desses, tocava "Exagerado" no rádio do carro, e meu amor solta essa:
- Ah... o Cazuza... coitado... morreu como um botijão de gás...
- É.. hum... como assim? Não entendi... (e eu não sou loira!)
- Com 13 quilos... hehe...
Tá bom, eu sei que é péssima.
Mas não pude evitar aquele sentimento ambíguo que as piadas de humor negro me causam, de achar triste e maldoso, mas não conseguir evitar um sorrisinho, mesmo me sentindo eu também maldosa com isso... sorry! :0>
postado por: Sandra 08:41
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